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Projeto de inclusão a deficiente visual vence Hacklab

Atividade aconteceu em São Paulo, durante o 20º Fnesp

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Não foram apenas os gestores e educadores que discutiram o futuro da educação e do mercado de trabalho no 20º Fnesp.

Um grupo formado por 32 estudantes universitários (de instituições públicas e privadas), divididos em 8 grupos, passaram três dias imersos em uma maratona de empreendedorismo, o Hacklab.

O objetivo era desenvolver soluções que melhorassem o ensino e a gestão acadêmica e, para isso, eles receberam mentoria e suporte para prototipar suas ideias em um fab lab.

Quem escolheu o melhor projeto foi o público do evento, que votou na startup Vivir, desenvolvedora de óculos especiais, equipados com fone de ouvido, para alunos cegos ou com baixa visão.

Óculos para incluir

O equipamento reconhece imagens, como as mostradas em uma apresentação em sala de aula, e as traduz em palavras para o estudante. “Uma em cada três pessoas com deficiência não consegue concluir os estudos”, afirmou Sara Cesaro, da Faculdade Meridional (IMED), e uma das integrantes do grupo.

Entre outros projetos, também foram apresentados o Aplicativo L Pro para o curso de Direito, que simula audiências jurídicas, e a plataforma Prevader, que interage com o aluno para diminuir a evasão.

O coordenador de Inovação e Redes de Cooperação do Semesp, João Baltazar, declarou que a experiência foi muito positiva e que a intenção é repeti-la no próximo ano. “Não dá para pensar em educação sem pensar no estudante”, afirmou, lembrando que a perspectiva dos estudantes sobre os problemas educacionais muitas vezes passa despercebida por aqueles que não estão envolvidos no dia a dia da sala de aula.

Assista também:

Quais as habilidades e profissões do futuro?

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