Plano de aula não pode ser o mesmo de quinze anos atrás

Escritor e jornalista criticam o atraso das universidades no ato de ensinar e argumentam que elas devem falar e agir de acordo com realidade social

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                                               Pedro Dória falou em evento promovido pelo Semesp (foto: Gustavo Morita)

Em tempos que pessoas são “formadas pelo YouTube”, é papel do educador resgatar a vontade de buscar conhecimento com qualidade, salientou Sidnei Oliveira, escritor e especialista em conflitos de gerações, durante o Fnesp, realizado em São Paulo.

Ele também apontou que é preciso reinventar o modelo pedagógico de ensino de modo que as instituições possam falar e agir de acordo com a realidade. O jornalista Pedro Dória foi na mesma linha ao criticar os planos de aula tradicionais: “conheço muito professor que aplica a mesma metodologia em sala de aula há quinze anos”.

Ao promover mudanças, os especialistas acreditam que o aluno enxergará a universidade além do diploma e valorizará ainda mais o que pode aprender dentro dela.

Organizado pelo Semesp, o 20ª edição do Fnesp mostrou que 4ª Revolução Industrial já está acontecendo e apresentou vias para o ensino superior inovar com qualidade e se alinhar às mudança que todos já sentem.

Leia também:

Universidades precisam caminhar junto às transformações sociais

 

 

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