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Faculdade Flamingo inaugura um novo modelo de ensino para melhorar a formação acadêmica e o desempenho operacional

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Localizada na zona oeste de São Paulo, a Faculdade Flamingo iniciou 2018 com mudanças radicais. A partir de um trabalho exaustivo realizado sobre a disposição das matrizes e ementas dos cursos, a instituição reformulou seus programas e atualizou todos os projetos pedagógicos. O modelo acadêmico também foi reconstruído a partir de uma apurada análise sobre a trajetória dos alunos e sobre a relação entre docentes e disciplinas.

São muitos os objetivos dessas mudanças, entre eles: aproximar mais os cursos do mundo profissional, formar egressos habilitados em diversas áreas do conhecimento, favorecer o intercâmbio entre veteranos e ingressantes, tornar os alunos protagonistas do processo de aprendizagem, otimizar a relação entre aluno e turmas e, de maneira geral, aprimorar os processos de aprendizagem.

As inspirações para fazer essas mudanças vieram de diversas fontes, como explica Alessandro Augusto Pereira, gerente acadêmico da Faculdade Flamingo. O modelo acadêmico de Stanford e Harvard é uma delas, bem como o processo de inovação defendido por Tim Brown, CEO da empresa de design Ideo.com, os prognósticos sobre o mercado de trabalho divulgados pelo Fórum Econômico Mundial e, principalmente, a experiência no Consórcio STHEM Brasil, rede de inovação acadêmica formada por dezenas de IES. A contínua necessidade de manter a sustentabilidade financeira das operações e acompanhar as mudanças sociais pelas quais todas as organizações estão passando também foram determinantes para a guinada da Flamingo.

“Caminhamos para que nossos discentes tenham, o que tanto o Fórum Econômico Mundial quanto os CEOs das grandes corporações do mercado desejam, um desenvolvimento pleno em suas capacidades cognitivas e principalmente socioemocionais. Nossa convicção fez com que cada um dos apontamentos feitos por essas entidades se transformasse em disciplinas comuns que passaram a permear a formação de todos os alunos”, explica Pereira.

Dessa forma, a ideia de níveis de conhecimento segmentados foi extinta para dar lugar a uma matriz curricular disposta em ciclos de aprendizagem, seguindo o exemplo de instituições dos Estados Unidos, Europa e do Brasil. “Assim, passamos a ter conhecimentos agrupados dentro de disciplinas e disciplinas agrupadas dentro de cada módulo, que, por sua vez, apresentam suas certificações”, detalha.

Isso permitiu oferecer aos alunos diferentes trilhas dentro de um mesmo curso, reforçando o seu papel de protagonistas, além de lhes garantir o desenvolvimento de competências e habilidades que os tornarão aptos a dialogar com diferentes áreas profissionais.

Assim como outras instituições que promoveram transformações em seu modelo acadêmico, a Flamingo também olhou com atenção para alunos e professores. Para os primeiros, foi inaugurada uma nova plataforma de aprendizagem virtual, a QMágico. Ela funciona como um complemento das aulas presenciais e reúne materiais produzidos pelos próprios professores, como videoaulas, textos autorais, exercícios de verificação de aprendizagem.

“Os professores, sempre engajados em nossa missão, tiveram momentos de formação continuada em gestão de sala de aula, com estudos direcionados às metodologias ativas de aprendizagem e acolhimento discente”, conta o gerente acadêmico, que também afirma que os resultados até o momento são encorajadores. A abertura de turmas foi racionalizada, todo o quadro docente foi mantido, foi registrado um crescimento de 35 p.p. no Ebitda e uma redução do custo docente para um patamar abaixo de 20% da receita. Isso sem contar, claro, o aumento da motivação dos professores e alunos.

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