Faculdades de medicina do interior aderem à tecnologia 3D

A medida é para evitar o uso de cadáveres nas salas de aula

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Oito faculdades de medicina do interior de São Paulo anunciaram o fim do uso de cadáveres em salas de aula. A partir de agora, os estudos anatômicos serão feitos com simuladores digitais 3D.

No caso das oito instituições – o Centro Universitário Unifacef, de Franca, a Universidade Nove de Julho (Uninove), de Bauru, e a Organização Educacional Barão de Mauá, de Ribeirão Preto, estão entre elas –, a plataforma adotada foi a da Csanmek, startup brasileira com atuação em mais de 50 cursos de medicina e veterinária no Brasil.

A tecnologia desenvolvida pela empresa oferece aos alunos a possibilidade de estudos de casos clínicos e exames reais de pacientes, pois permite que os professores convertam tomografias e ressonâncias magnéticas em clones virtuais 3D. Na prática, funciona como uma mesa que exibe modelos tridimensionais altamente detalhados e anatomicamente corretos de todos os sistemas do corpo humano.

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