Linguagem de programação desde cedo

O governo da Inglaterra anunciou que a grade curricular das escolas públicas incluirá aulas de programação

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Divulgação

Considerando que as pessoas realizam cada vez mais atividades pela internet, há quem afirme que a linguagem de programação será o idioma do futuro. Os mais convictos falam até que dominá-la será tão importante quanto ser alfabetizado, como Mitchel Resnick (foto), professor e pesquisador do Massachusetts Institute of Technology (MIT). Dedicado ao desenvolvimento de ferramentas pedagógicas digitais, o pesquisador veio ao Brasil participar do seminário Transformar, promovido pela Fundação Lemann, Porvir, Inspirare e Instituto Península, onde apresentou o Scracht, sua criação mais popular. Gratuito e disponível em português, o site ajuda crianças e adolescentes a compreenderem a linguagem da programação e a darem seus primeiros passos criando narrativas com o simples arrastar de blocos de códigos “pré-montados”. Segundo Resnick, conhecer essa linguagem não é relevante apenas para quem vai trabalhar diretamente com o desenvolvimento de programas. Independentemente do campo de trabalho escolhido, saber escrever códigos desenvolve, segundo o especialista, um tipo particular de raciocínio que é muito útil para a solução de problemas, para aprender a trabalhar de forma sistemática e para estimular a criatividade. Demonstrando confiança nessa crença, o governo da Inglaterra anunciou que a partir de setembro a grade curricular das escolas públicas incluirá aulas específicas de programação.

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