O que muda na formação dos jornalistas

Reitor da Columbia Journalism School explica as mudanças que precisam ser feitas nos cursos de comunicação

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Em tempos de redes sociais, Big Data e algoritmos, os jornalistas precisam ser capazes de trabalhar com dados e novas tecnologias.

Não é à toa que muitas escolas de jornalismo estão repensando seus currículos, como é o caso da Columbia Journalism School, uma das mais prestigiosas do mundo.

Seu reitor, Steve Coll, esteve no Brasil para participar do 1º Seminário Internacional de Jornalismo ESPM/Columbia, promovido pelas duas instituições em São Paulo.

No evento, ele falou que a forma de fazer jornalismo se alterou muito. A primeira mudança significativa está relacionada à maneira como as notícias hoje são distribuídas: cada vez mais pelas redes sociais – e, consequentemente, cada vez menos pelas detentoras dos conteúdos, ou seja, os jornais, as revistas e as emissoras de tevê e rádio. A segunda diz respeito ao uso de softwares baseados em algoritmos capazes de processar imensos volumes de dados, novidade que impactou diretamente o jornalismo investigativo.

Com essas transformações em curso, não há outra saída senão mexer na formação dos futuros profissionais, alertou o reitor.

Leia também: O jornalismo para além das redações

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