Em mundo cada vez mais globalizado, educação bilíngue ganha espaço

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Em mundo cada vez mais globalizado, educação bilíngue ganha espaço

Foto: Pixabay

Um número crescente de famílias quere que seus filhos falem outras línguas com naturalidade, desde pequenos. No Congresso e na Feira Bett Educar, as escolas que desejam atender a essa demanda podem encontrar meios de se transformar em escolas bilíngues.

Mas ainda que o Brasil viva um momento de rápido crescimento da demanda e da oferta da educação bilíngue, o país tem uma peculiaridade: não há leis sobre o assunto. “O MEC não define o que pode ser considerado ensino bilíngue, o que não pode. Então, os pais têm de analisar a proposta pedagógica, a carga horária, a formação dos professores”, afirma Rita Ladeia, coordenadora da de Pós-Graduação em Educação Bilíngue do Instituto Singularidades e palestrante do Congresso.

Portanto, para se destacar no mercado e oferecer mais que apenas um rótulo de bilíngue, as escolas devem fazer um trabalho sólido e bem planejado. “Uma boa escola bilíngue precisa ser uma escola de vanguarda. Um currículo bilíngue tem necessidade diferentes”, explica Rita, que em sua palestra vai mostrar os passos necessários para fazer a transição de escola regular para bilíngue, falar quais as dificuldades mais comuns, além de compartilhar experiências recentes e bem sucedidas.

Segundo a palestrante, é indispensável que o currículo do idioma estrangeiro seja integrado ao de língua portuguesa. “Não se deve criar dois currículos dentro da mesma escola. A integração tem que ser temática e metodológica. E a maneira de se fazer isso é com a pedagogia de projetos”, diz.

Além de participar da sessão de Rita no Congresso, os gestores de escola que se interessam pelo tema têm alguns estandes interessantes para conhecer na Feira Bett Educar:

 Systemic Bilingual

O programa Systemic Bilingual, que atua há mais de 15 anos no mercado, utiliza a interdisciplinaridade como base. São tópicos diversos que abordam assuntos dentro da matemática, ciências, história, geografia, artes, culinária e educação física.

http://systemic.com.br/ 

Richmond

Parte do grupo Santilhana, a Richmond nasceu em Londres em 1992 e hoje está presente em mais de 20 países. Oferece materiais importados, mas com soluções e consultores locais, a fim de atender a professores e alunos da realidade educacional brasileira.

http://www.richmond.com.br 

Pearson

A gigante da educação tem um braço específico para escolas de educação bilíngue. Além de material didático, oferece consultoria e diversos serviços de apoio, incluindo reunião de pais, planejamentos pedagógicos e elaboração de relatórios.

http://bilingue.pearson.com.br

Simple Education

O método Simple Bilingual Education mescla diferentes abordagens pedagógicas a fim de facilitar o aprendizado de uma nova língua. A empresa auxilia as escolas de ensino infantil, fundamental e médio na transformação das escolas comuns para o ensino bilíngue.

http://simpleidiomas.com.br/simple-bilingual-education 

International School

Oferece conteúdos didáticos impressos e digitais com base abordagens metodológicas sólidas, e serviços de acompanhamento constante. O currículo visa ao desenvolvimento das quatro competências essenciais da língua inglesa: ler, escrever, ouvir e falar.

http://internationalschool.global/ 

Eleva

Grupo inaugurou este ano a Escola Eleva, no Rio, que  trabalha por os projetos, com base nos pilares de excelência acadêmica, cidadania global e desenvolvimento de habilidades. Além das aulas de inglês, têm uma quantidade significativa de aulas em inglês nas disciplinas de música, teatro, educação física, cidadania global e jogos educacionais.

http://escolaeleva.com.br/

 

Do blog Bett Educar

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