A crise dos tecnólogos

Entre 2015 e 2016, a taxa de matrículas nos cursos da modalidade caiu 13,7%

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Muitos educadores acreditam que os cursos tecnológicos deveriam ocupar um espaço maior no ensino superior brasileiro, principalmente porque eles são orientados para as demandas do mercado, além de ter menor duração. Em tese, eles são ideais para formar profissionais qualificados em muitas áreas onde há falta deles. Um modelo parecido com os tecnólogos brasileiros, aliás, tem vida próspera em países como Estados Unidos e Alemanha.

A realidade brasileira, contudo, é diferente. Mal divulgados e pouco valorizados pelas próprias instituições que os oferecem, os tecnólogos estão perdendo cada vez mais espaço na rede privada. Entre 2015 e 2016, a taxa de matrículas caiu 13,7%, enquanto nos bacharelados e nas licenciaturas, a queda foi de 0,6% e 7,9%, respectivamente. E mesmo no EAD, onde as outras duas modalidades cresceram, os tecnólogos tiveram retração. Atualmente, as matrículas estão nos mesmos patamares de 2014.

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