Curso de agronomia da Unifeob tem relação estreita com o mercado de trabalho

No curso de Engenharia Agronômica da Unifeob, Paulo Lazzarini busca parceria com companhias e reformula grade curricular para aumentar a entrada dos egressos no mercado de trabalho

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A fazenda-escola do curso de Engenharia Agronômica do Unifeob (Centro Universitário Octávio Bastos) tem 150 hectares, o que equivale a aproximadamente 150 campos de futebol.

Essa imensa área poderia ser usada em momentos esporádicos, como acontece na maioria das faculdades.

Reformulação dos currículos

As atividades na fazenda-escola ganharam atenção especial com Paulo Lazzarini (o primeiro à esq. )Foto: divulgação

Imersão

Mas a instituição localizada em São João da Boa Vista, no interior de São Paulo, decidiu montar uma estrutura de sala de aula no local para que os estudantes ficassem imersos na fazenda e em todas as atividades práticas e de pesquisa que ela proporciona.

Quem conta a estratégia é Paulo Lazzarini, coordenador e professor do programa.

Embora esteja há menos de um ano no cargo, ele viabilizou e deu continuidade a uma série de programas que estão transformando o curso, como a criação de grupos temáticos de pesquisa.

“Atualmente, estamos com dez grupos e mais de cem estudantes envolvidos”, detalha o docente.

Além da universidade

O novo coordenador também tem dado especial atenção às necessidades do mercado de trabalho a fim de garantir a empregabilidade dos egressos.

“Já fizemos parcerias com várias empresas, entre elas a Bayer, a Syngenta, John Deere, entre outras. Elas têm desenvolvido várias ações com a Unifeob e permitido aos nossos alunos acompanhar o que está acontecendo no mercado”, conta.

Com a Bayer e a Boviplan, a instituição montou ainda duas salas de aula temáticas, onde são apresentadas algumas das mais modernas ferramentas digitais utilizadas na agronomia.

Na opinião de Lazzarini, todas essas ações têm contribuído para melhorar a qualidade da formação dos alunos.

Esse programa de ações se completa com a adoção de novas metodologias de ensino e a reestruturação da grade curricular.

Em vez de disciplinas, a instituição trabalha com unidades interdisciplinares, o que permitiu à instituição conferir um certificado a cada semestre, indicando o que os alunos estão aptos a fazer.

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