Por que a sala de aula não muda?

Celso Lisboa lança plataforma colaborativa para incentivar a transformação do ensino

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Apesar das inúmeras teorias de aprendizagem que endossam, direta ou indiretamente, a importância da participação ativa do estudante em sala de aula, o ensino continua sendo conduzido no tradicional esquema professor-fala-aluno-escuta.

Com exceção de umas poucas escolas, essa é ainda a realidade de grande parte delas, tanto na área de educação básica como no ensino superior.

Thiago Almeida, diretor de Inovação do Centro Universitário Celso Lisboa, no Rio de Janeiro, tem uma teoria sobre essa desconexão entre as pesquisas e as práticas pedagógicas. “O conhecimento científico não chega em sala de aula porque há uma lacuna que separa os professores dos formuladores das práticas de gestão e aprendizagem”, resume.

Pensando em unir esses dois universos, a instituição criou o Colabore, uma plataforma de inovação aberta para conectar profissionais, inclusive professores, interessados em melhorar a educação. Ao acessar colabore.digital, o público poderá aderir a projetos já iniciados ou propor novos para grupos fechados ou abertos.

O primeiro projeto cadastrado na plataforma é voltado ao desenvolvimento de uma aplicação de Inteligência Artificial que contribua com o aprendizado na área de música, como foi apresentado no evento que marcou o lançamento do Colabore.

Com mais de 45 anos, o Celso Lisboa está se destacando na área de inovação acadêmica com a reestruturação da matriz curricular de seus cursos e a adoção de uma abordagem de ensino baseada em metodologias ativas, desenvolvimento de competências e avaliação 360 graus (onde todos se autoavaliam e avaliam uns aos outros).

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